Rapidinhas de médicos



 – Doutor, quando eu era solteira tive que abortar seis vezes. Agora
 que casei, não consigo engravidar.
 – Seu caso é muito comum: você não reproduz em cativeiro.
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 – Doutor, tenho tendências suicidas. O que faço?
 – Em primeiro lugar, pague a consulta.
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 – Doutor, sou a esposa do Zé, que sofreu um acidente; como ele está?
 – Bem, da cintura para baixo ele não teve nem um arranhão.
 – Puxa, que alegria. E da cintura para cima?
 – Não sei, ainda não trouxeram essa parte.
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 Após a cirurgia:
 – Doutor, entendo que vocês médicos se vistam de branco. Mas por que
 essa luz tão forte?
 – Meu filho, eu sou São Pedro.
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 No psiquiatra:
 – Doutor, tenho complexo de feia.
 – Que complexo que nada.
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 O psiquiatra incentiva o paciente:
 – Pode me contar desde o princípio…
 – Pois bem, doutor! No princípio eu criei o céu e a terra…
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 O psiquiatra para o paciente:
 – Meu amigo, eu tenho uma boa e uma má notícia para você. A má é que
 você tem fortes tendências homossexuais.
 – Meu Deus, doutor! E qual e a boa notícia?
 – A boa notícia é que acho você um gato
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 – Sabe como diferenciar o psiquiatra do seu paciente?
– O psiquiatra é aquele que tem a chave do consultório.
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 O paciente chega ao Psiquiatra tímido, cabisbaixo:
 – Doutor, eu tenho dupla personalidade.
 – Esquenta não, meu filho. Senta aí e vamos conversar nós quatro…
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 Paciente chega ao médico e se queixa:
 – Doutor, estou com dor aqui do lado direito da barriga e meus olhos
 ficaram amarelados!
 O médico responde:
 – Muito bem, e o sr. bebe?
 – Obrigado, eu aceito uma dosezinha!
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 Psiquiatra para o paciente bebum:
– O senhor vai parar de beber cerveja, durante um ano só vai beber leite.
 – Outra vez, doutor?
 – O que, o senhor já fez esse tratamento?
 – Já, durante os primeiros meses da minha vida…

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