Tempos de Crise numa Cidade Deserta

Postado por Filipe di Filippo
Em 20 - outubro - 2009

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Maio de 2009, numa cidade litorânea, muito frio e mar agitado, a cidade
parece deserta… Os habitantes, endividados e vivendo as custas de crédito.
Por sorte chega um viajante rico e entra num pequeno hotel.

O mesmo saca duas notas de R$ 100,00, põe no balcão e pede para ver um
quarto. Enquanto o viajante vê o quarto, o gerente do hotel sai correndo com
as duas notas de R$ 100,00 e vai até o açougue pagar suas dívidas com o
açougueiro.

Este, pega as duas notas e vai até um criador de suínos a quem deve paga
tudo. O criador, por sua vez, pega também as duas notas e corre ao
veterinário para liquidar sua dívida.

O veterinário, com a duas notas em mãos, vai até a zona pagar o que devia a
uma prostituta (em tempos de crise essa classe também trabalha a crédito).

A prostituta sai com o dinheiro em direção ao hotel, lugar onde, as vezes,
levava seus clientes e que ultimamente não havia pago pelas acomodações, e
paga a conta.

Nesse momento, o gringo chega novamente ao balcão, pede as duas notas de
volta, agradece e diz não ser o que esperava e sai do hotel e da cidade..

Ninguém ganhou nenhum vintém, porém agora toda a cidade vive sem dívidas
com o crédito restaurado, e começa a ver o futuro com confiança!

MORAL DA HISTÓRIA: Quando o dinheiro circula, não há crise!!!

A Gaivota Gulosa

Postado por Atiloko
Em 20 - outubro - 2009

Estava eu vendo domingao do faustão como me deparei com uma situação desta , pra quem não viu ta ae… a GAIVOTA GULOSA também conhecida como Maíra BBB9.

Eu sei, mas não devia

Postado por Filipe di Filippo
Em 19 - outubro - 2009

vergonha

Marina Colasanti

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.

Veio lá do Releituras

Maldita Xylocaina

Postado por Filipe di Filippo
Em 19 - outubro - 2009

Aos menores de 18 anos, cuidado com a leitura do print abaixo…. pode conter relatos constrangedores

Mas que é engraçado é! huauhauh

Clique na imagem pra ampliar!

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Gráficos Fatídicos

Postado por Atiloko
Em 18 - outubro - 2009

Gráficos genias do blog  Capinaremos.  Quem que discorda? :)

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Aniversário de Casamento – Não Esqueça!

Postado por Filipe di Filippo
Em 16 - outubro - 2009

Pitbull é pra mocinhas!

Postado por Filipe di Filippo
Em 16 - outubro - 2009

Macho que é macho tem Hiena e ri do perigo!

reparem na finurinha da corrente O_o

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Ditados hilários – Parte 2

Postado por Filipe di Filippo
Em 16 - outubro - 2009

Se sua mulher pedir mais liberdade, compre uma corda mais comprida.

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Bebo porque sou egocêntrico, gosto quando o mundo gira ao meu redor.

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Se um dia sentir um enorme vazio dentro de você, vá comer, pode ser fome.

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Todo homem tem a fantasia de fazer sexo com duas mulheres ao mesmo tempo e as mulheres deveriam gostar da idéia. Pelo menos, teriam com quem conversar depois que ele pegasse no sono…

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Mulher feia é que nem muro alto, primeiro dá um medo, mas depois a gente acaba trepando .

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Quando lhe atirarem uma pedra, faça dela um degrau e suba. Só depois, quando tiver uma visão plena de toda a área, pegue outra pedra, mire bem e acerte o crânio do puto que lhe atirou a primeira.

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Sabe o que é a Meia Idade? É a altura da vida em que o trabalho já não dá prazer e o prazer começa a dar trabalho!!!

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Sempre que possível, converse com um saco de cimento. Nessa vida só devemos acreditar no que é concreto!

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‘ O homem nasce sorrindo, cresce fingindo, vive traindo e morre mentindo’

‘A mulher nasce chorando, cresce amando, vive dando e morre negando’

Feia, feia, feia!

Postado por Filipe di Filippo
Em 15 - outubro - 2009

taxi

O motorista do táxi disse ao passageiro:
- Olha que mulher bonita! Nossa, ela é um avião!
E o passageiro respondeu, gritando:
- Feia!!!
O motorista:
- Feia nada! Ela é gostosona prá caramba!
E o passageiro, de novo:
- Feia!!!!
- Que feia o quê!! Tá louco??? – retrucou o motorista.
E o passageiro, aos berros:
- Feia! Feia! Feia!
O motorista, que não estava olhando para a frente, bateu em outro carro.
Ficou louco da vida e exclamou:
- Pô, cara! Você viu que eu ia bater!!! Por que não me avisou?

E o passageiro histérico:
- Aralho!!! Eu ava alando há ua hora: feia, feia e ocê não feiô. É…Urdo, é??? … Seuilho da uta!!!

Situações Inexplicáveis

Postado por Atiloko
Em 14 - outubro - 2009

É gente tem situação que não tem como explicar. Como os 3 vídeos abaixo hehe.

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